
A AFV fomenta projetos em Terras Indígenas da região do
Rio Xingu no Brasil
O Parque Indígena do Xingu, também conhecido como o Território Indígena do Xingu (TIX) de 26 420km², foi criado em 1960 pelos famosos indigenistas brasileiros Orlando, Cláudio e Leonardo Villas Bôas. Em 1989, outros 103 240km² na fronteira com o Parque Nacional do Xingu foram oficialmente declarados territórios indígenas em agosto 1993 depois que os fundadores da AFV, Jean-Pierre Dutilleux, um cineasta belga, e Benard Laine, um jornalista francês, ao lado do Cacique Raoni, lideram a primeira campanha mundial para chamar a atenção para os perigos do desmatamento na Amazônia e o risco de extinção enfrentado por suas populações indígenas.
Com o apoio do governo brasileiro e ao lado de 12 organizações irmãs, a AFV levantou fundos para demarcar os limites deste novo território indígena do tamanho da Grécia, limítrofe do Parque Indígena do Xingu, craindo assim uma das maiores reservas de floresta tropical do planeta com uma superfície de 130 000km².
XINGU
Território Kayapó
O território Kayapó abrange aproximadamente 103 240 km², um território maior do que a Coreia do Sul. Inclui muitas aldeias, a maioria localizada perto das margens do rio Xingu. Sua população é estimada em cerca de 7 300 pessoas. Sua organização social, vida ritual e cosmologia são ricas e complexas.
Territorio Indígena do Xingu
6 000 pessoas de dezesseis etnias vivem em 80 aldeias no Territorio Indígena do Xingu (TIX), que cobre uma área de 26 420km², tão grande quanto o Estado de Alagoas. Esses grupos étnicos, embora tenham línguas distintas, têm organizações sociais, culturais e econômicas semelhantes, moldadas por anos de interações e trocas. Estes são os Aweti, Kalapalo, Kamaiura, Kuikuro, Matipu, Mehinako, Nafukua, Naruvotu, Waura e Yawalapiti, Kawaiwete, Ikpen, Yudjja, Trumai, Tapayuna e Kisedje.

Programas
Oferecendo formações profissionais curtas em assuntos selecionados para responder à crescente demanda da geração jovem por treinamento profissional e necessidades crescentes de habilidades específicas nas aldeias.
Com foco na produção de arte, registrando, reunindo e centralizando o conhecimento dos Idosos por meio de um centro de mídia, com algumas atividades sendo dedicadas à medicina tradicional.
A reserva do Xingu e seu povo são ameaçados pela pesca ilegal, caça, extração de madeira, incêndios e agroquímicos usados nas fazendas vizinhas.
Complementando os serviços governamentais, fornecendo um espaço e recursos para a medicina tradicional e ajudando a construir parcerias nacionais e internacionais.
Ao lado de nossos parceiros, você pode fazer a diferença participando de nossos programas.

Afukaka (Kuikuro), Raoni (Kayapos) e Aritana (Yawalapiti)










